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BIODIESEL: Inclusão de novas rotas tecnológicas para produção traz mais competitividade – IBP

22 de novembro de 2022
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Porto Alegre, 22 de novembro de 2022 – Em nota, o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP)
apontou que é extremamente positiva para o consumidor e a segurança energética a decisão do
Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) de incluir novas rotas tecnológicas para a
produção de biodiesel no país.

Segundo o IBP, a decisão do CNPE de tornar elegível o diesel verde e a parcela renovável do
diesel de coprocessamento para fins de cumprimento da obrigatoriedade de mistura de biodiesel ao
óleo diesel fóssil comercializado à sociedade promove o aproveitamento adicional da biomassa
renovável do Brasil, traz otimizações logísticas, viabiliza a competição entre diferentes
produtos e traz benefícios quanto a preço, qualidade e oferta aos consumidores.

Continua a nota:

A inclusão de produtos renováveis oriundos de novas rotas tecnológicas – adotadas com sucesso
em diversos países está em linha com os princípios da Política Energética Nacional e da
Política Nacional de Biocombustíveis (Renovabio) e atende às demandas da sociedade em direção a
uma economia de baixo carbono, incentivando a inovação e atraindo investimentos para o setor de
biocombustíveis no país.

Quanto à manutenção do teor de mistura do biodiesel no diesel nos atuais 10% até março de
2023, o Instituto entende ser fundamental para a previsibilidade dos agentes na organização das
suas operações logísticas para a garantia do abastecimento, uma vez que é necessária a
contratação prévia do biodiesel antes do início de cada bimestre civil.

Este período de transição é igualmente importante para que seja concluída a revisão das
especificações do biodiesel proveniente da rota de transesterificação pela ANP, a fim de se
assegurar viabilidade técnica e adequação à evolução tecnológica dos motores antes da
utilização de teores mais elevados do produto na mistura compulsória.

A decisão do CNPE ainda precisa ser aprovada pelo Presidente da República. O IBP está
confiante que esta aprovação consolidará o protagonismo mundial do Brasil no uso dos
biocombustíveis de última geração e nos desafios da transição energética.

Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) – Agência SAFRAS

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