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Agrifirm: baixa eficiência na produção de leitões? Cuidado, pode ser estresse oxidativo!

7 de julho de 2021
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Por: Frederico Guimarães de Almeida Graça, médico-veterinário, gerente Técnico Suínos.

Para garantir a produção de leitões em alta qualidade e quantidade, a busca do equilíbrio nas condições corporais das matrizes suínas visando garantir uma boa condição de reservas corporais se faz necessário para que estas possam mobilizar as reservas quando exigido, mas também devemos controlar o escore corporal para que não ocorra excessos, principalmente no período que antecede ao parto.

No ciclo produtivo das matrizes suínas, podemos destacar o terço final de gestação e a fase de lactação como duas fases críticas onde ocorrem mudanças metabólicas nas quais as matrizes passam do estado anabólico para o catabólico devido a maior demanda de nutrientes para desenvolvimento fetal e produção de leite. Essas alterações metabólicas são necessárias para que a fêmea suína possa sustentar a produção durante a lactação, porém, estas mudanças no metabolismo energético e imunitário da matriz contribuem para o aumento da produção de espécies reativas a oxigênio (ROS) no organismo, moléculas as quais podem levar ao chamado estresse oxidativo, uma condição em que ocorre o desequilíbrio entre a produção de radicais livres e a defesa antioxidante fisiológica do suíno.

Os sintomas do estresse oxidativo estão associados a diminuição da imunidade, degeneração muscular, perda de apetite, diarreia, lesões hepáticas e morte celular.

Níveis de ROS e MDA (marcadores de peroxidação lipídica) aumentados e capacidade antioxidante reduzida ocorrem na placenta das matrizes suínas com maior espessura do toucinho, sendo este órgão muito importante no transporte de nutrientes e oxigênio ao feto, e o estresse oxidativo somado a inflamação placentária estão claramente associados a múltiplos resultados adversos na gestação como o aborto espontâneo, restrição do crescimento fetal e diabetes gestacional. (Zhou et al. 2019; Zhao & Kim, 2020).

O excesso de ROS afeta também a cascata de sinalização da insulina, o que leva à resistência insulínica e esta, quando ocorre no período pré-parto, tem efeito negativo no consumo de ração no período de lactação das fêmeas suínas. (Tan et al., 2015; Monier et al., 2013)

É correto afirmar que o manejo da condição corporal do rebanho é muito importante para a produtividade da granja e estratégias nutricionais que possam auxiliar no controle do estresse oxidativo trazem inúmeros benefícios, assim, a utilização de antioxidantes, como por exemplo o Vitanox, torna-se muito importante na dieta das matrizes.

O Vitanox é um antioxidante natural desenvolvido pela Agrifirm. Composto por um blend específico de polifenóis quais possuem altíssimos efeitos antioxidantes e com excelentes resultados no combate ao estresse oxidativo comprovados por estudos, o produto se apresenta como uma excelente ferramenta na prevenção do estresse oxidativo durante o período de gestação e lactação.

Fonte: Agrifirm

Cotação semanal

Dados referentes a semana 26/11/2021

Suíno Independente kg vivo

R$ 6,84

Farelo de soja à vista tonelada

R$ 2.116,17

Casquinha de soja à vista tonelada

R$ 1.182,50

Milho Saca

R$ 85,50
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Preço base - Integração

Atualizado em: 29/11/2021 15:00

AURORA* base suíno gordo

R$ 5,70

AURORA* base suíno leitão

R$ 5,80

Cooperativa Languiru

R$ 5,70

Cooperativa Majestade*

R$ 5,70

Dália Alimentos

R$ 5,90

Alibem - base creche e term.

R$ 4,70

Alibem - base suíno leitão

R$ 5,70

BRF

R$ 5,60

Estrela Alimentos - creche e term.

R$ 4,80

Estrela Alimentos - base leitão

R$ 5,75

JBS

R$ 5,60

Pamplona* base term.

R$ 5,70

Pamplona* base suíno leitão

R$ 5,80
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