Porto Alegre, 14 de janeiro de 2016 – O clima para os negócios segue ruim
e a aversão ao risco deve retomar a trajetória de alta do dólar ante o real,
em linha com o fortalecimento da moeda no exterior. Com a China e o petróleo
sendo os protagonistas da tensão nos mercados globais, o atentado na Indonésia
hoje, assumido pelo Estado Islâmico, amplia o sentimento negativo para o dia.
Às 9h38, o dólar comercial subia 0,77%, cotado a R$ 4,0420 para a venda,
enquanto o contrato futuro para fevereiro avançava 0,57%, a R$ 4,0580. No
exterior, “o dólar se fortalece ante as demais divisas, com exceção do
rublo, que ameniza as perdas passadas, e do franco suíço, que registra nova
apreciação”, afirma o departamento econômico (Depec) do Bradesco.
Para o analista de câmbio da Correparti Corretora, Ricardo Gomes da Silva
Filho, as incertezas que norteiam a economia chinesa e as preocupações com a
oferta global de petróleo mantêm a percepção de que “o clima para os
negócios não parece dos melhores” e o mercado “elege o dólar como a moeda
mais forte”, em meio à busca por proteção.
Internamente, o dólar deve acompanhar o cenário externo e mostrar
recuperação, operando em alta ante o real. O destaque local fica para a
reunião do ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, com o presidente do Banco
Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, para
discutir medidas de estímulo ao crédito e ao crescimento do país. As
informações partem da Agência CMA.
Revisão: Tarcila Mendes (tarcila.freitas@safras.com.br) / Agência SAFRAS
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Dados referentes a semana 27/03/2026
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Atualizado em: 26/03/2026 09:20