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CÂMBIO: Dólar sobe 1,22%, a R$ 3,8820

17 de setembro de 2015
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Porto Alegre, 17 de setembro de 2015 – O dólar comercial e as taxas dos
contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) operam em alta, acompanhando as
dúvidas com o ajuste fiscal em curso no Brasil, após a notícia de que o
ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estaria pressionando a presidente Dilma
Rousseff a mudar a política econômica.

Com a maior aversão ao risco, o investidor, em busca de proteção,
aumenta a procura por dólares, puxando seu preço para cima. A valorização da
moeda norte-americana eleva as apostas de maior pressão inflacionária, o que
aumenta também o prêmio pelo risco futuro nos contratos de DI.

“Temos um ruído do lado político no Brasil, com indefinições sobre
o apoio a medidas [de ajuste fiscal] apresentadas recentemente. Há incerteza de
qual é o posicionamento fiscal que teremos daqui em diante, em especial após
a notícia de que o ex-presidente Lula iria propor uma nova política”, afirma
Jankiel Santos, economista-sênior do Haitong.

Para José Roberto Carreira, operador de câmbio da Fair Corretora, as
especulações em torno da questão fiscal no Brasil forçam a valorização do
dólar e deixam em segundo plano a decisão de política monetária do Federal
Reserve (Fed, o banco central norte-americano). Apesar disso, a divulgação
ainda é a mais importante do dia e é aguardada pelo mercado.

Segundo o jornal “Valor Econômico”, o Instituto Lula e o PT estariam
formulando uma flexibilização da política fiscal e monetária para estimular
o crescimento da economia, abandonando o ajuste fiscal em curso e reduzindo a
taxa de juros à força. A proposta incluiria a saída do ministro da Fazenda,
Joaquim Levy, e do presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini.

No momento, o dólar comercial opera em alta de 1,22%, cotado a R$ 3,8820
na venda. no mercado futuro, os contratos da moeda para outubro sobem 1,61%, a
R$ 3.911,00, enquanto os com vencimento em novembro avançam 1,29%, a R$
3.938,00.

No mercado de juros, as taxas dos contratos mais negociados, para janeiro
de 2017, sobem de 15,00% para 15,22%, enquanto as taxas dos contratos com
vencimento em janeiro de 2016 avançam de 14,35% para 14,42%. Nos contratos para
janeiro de 2018, as taxas sobem de 15,07% para 15,31%. As informações partem
da Agência CMA.

Revisão: Carine Lopes (carine@safras.com.br) / Agência Safras

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