Porto Alegre, 13 de setembro de 2021 – O dólar segue operando em queda.
Se por um lado as incertezas fiscais continuam preocupando o mercado, por outro
os bons ventos da aparente harmonia entre os poderes são vistos positivamente
pelos investidores. Essa conjuntura de fatores ajuda a derrubar a moeda
norte-americana.
De acordo com fonte ouvida pela CMA, “em médio prazo existem muitas
questões como a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios,
assim como saber qual será o espaço no orçamento para o novo Bolsa
Família”. A fonte ainda disse que o mercado está apreensivo com as
soluções que o governo irá encontrar para estes problemas, sem estourar o
teto do orçamento.
Para o head de renda variável da Levante, Flávio Conde, “o câmbio deve
operar na direção dos R$ 5,20 e, se as coisas continuarem calmas em Brasília,
pode chegar em R$ 5,15 no final da semana”.
O radar do mercado, porém, está alerta: “o risco fiscal continua”, diz
Conde referindo-se às incertezas sobre os precatórios e o novo Bolsa Família.
Por volta das 14h30 (horário de Brasília), o dólar comercial caía 0,79%,
cotado a R$ 5,2250 para venda. No mercado futuro, o contrato da moeda
norte-americana com vencimento em outubro de 2021 recuava 0,49%, cotado a R$
5.242,50.
As informações partem da Agência CMA.
Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS
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Cotação semanal
Dados referentes a semana 30/04/2025
Suíno Independente kg vivo
R$ 8,42Farelo de soja à vista tonelada
R$ 1.836,67Casquinha de soja à vista tonelada
R$ 1.200,00Milho Saca
R$ 72,23Preço base - Integração
Atualizado em: 29/04/2025 09:50