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CARNES: 2a etapa de vacinação contra aftosa começa dia 1/11 em MG – IMA

26 de outubro de 2021
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Porto Alegre, 26 de outubro de 2021 – Começa nesta segunda-feira (1/11) a
2a etapa anual de vacinação contra a febre aftosa em todo o território
mineiro. Deverão ser imunizados bovinos e bubalinos com idade de zero a 24
meses. O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), vinculado à Secretaria de
Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), fiscaliza a campanha junto aos
produtores rurais e estabelecimentos revendedores de vacina. Nesta etapa, a
expectativa é que sejam imunizados cerca de 10 milhões de animais em todo o
estado com o objetivo de preservar a sanidade dos rebanhos e manter o
compromisso com o agronegócio de Minas.

A campanha vai até 30 de novembro. O produtor pode comprovar a
vacinação dos animais usando o formato eletrônico de declaração que estará
disponível em www.ima.mg.gov.br ou, caso tenha cadastro, acessando o Portal
de Serviços do Produtor.

Uma outra opção será o envio da declaração para o e-mail da unidade do
IMA responsável pela jurisdição do município. O e-mail de cada unidade
consta neste link http://ima.mg.gov.br/atendimento/nossas-unidades As
declarações também podem ser realizadas pelo produtor de forma presencial nos
postos de atendimento e conveniados ou presencialmente nos escritórios do IMA,
observando as medidas de segurança para Covid 19. As unidades do IMA estão à
disposição para quaisquer esclarecimentos.

O prazo para comprovar a vacinação termina em 10 de dezembro. Para
facilitar a localização da propriedade, o IMA recomenda o envio do
Cadastramento Ambiental Rural (CAR) no momento da declaração.

Nesta etapa deverá ser realizada a atualização cadastral das outras
espécies de animais descritas no formulário de declaração (DCL) que estará
disponível no site do IMA. A declaração realizada de forma virtual ainda não
possui estes campos para descrever as outras espécies. Assim, caso o produtor
opte em realizar a declaração de forma virtual, será necessário encaminhar
para o e-mail da unidade a declaração de outras espécies em formulário
específico disponível no site do IMA.

Parceria

O diretor-geral do IMA, Thales Fernandes, destaca a parceria dos produtores
e das entidades representativas do setor para que bovinos e bubalinos de zero a
24 meses sejam vacinados e, com isso, o estado continue livre da doença.
“Contamos, mais uma vez, com o apoio e a dedicação dos elos da cadeia
produtiva para que o nosso estado alcance o índice de vacinação esperado.
Peço o apoio dos produtores rurais mineiros, pois a vacinação é essencial
para manter o rebanho de Minas sadio e livre de focos da doença. É muito
importante cumprirmos o calendário oficial da vacinação”, reforça,
informando que em 2022 está confirmada a campanha em todo o estado.

A primeira etapa da campanha realizada deste ano foi um sucesso, com 97,6%
de bovinos e bubalinos vacinados contra a febre aftosa. Cerca de 355 mil
produtores rurais imunizaram aproximadamente 24 milhões de animais nos rebanhos
mineiros.

Estabelecimentos autorizados para revendas de vacinas

Thales Fernandes reforça a importância do trabalho das revendas no
sentido de garantir o armazenamento adequado das vacinas, devendo comunicar
imediatamente ao IMA qualquer intercorrência que possa comprometer a qualidade
dos imunizantes. “O lançamento de vendas no sistema Sidagro deve ser feito
com a maior agilidade possível, no mínimo uma vez ao dia, observando o
estoque, o número de doses e as partidas comercializadas”, explica.

A responsabilidade da comercialização das vacinas é dos estabelecimentos
autorizados da iniciativa privada. Esses estabelecimentos, que comercializam
produtos de uso veterinário, devem ser registrados no IMA e estão sujeitos à
fiscalização e às penalidades previstas.

Os estabelecimentos que comercializam produtos biológicos, em especial
vacinas, devem, obrigatoriamente, utilizar câmara fria ou refrigerador
industrial no acondicionamento desses produtos. Mais informações AQUI
http://ima.mg.gov.br/defesa-animal/produtos-veterinarios

Saúde do rebanho

O fiscal do IMA Natanael Lamas lembra que a vacinação mantém a saúde do
rebanho e o reconhecimento internacional de zona livre com vacinação, obtido
pelo estado junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). “Este
status favorece o agronegócio e o acesso a mercados internacionais,
contribuindo de forma significativa para o Produto Interno Bruto (PIB)
mineiro”, destaca Dias lembrando dos procedimentos corretos de vacinação que
garantem eficácia na imunização dos animais. “A vacina de 2 ml deve ser
adquirida em estabelecimento credenciado para a revenda vacina e deve ser
conservada em temperatura entre 2 e 8 graus centígrados, do momento da compra
até a vacinação dos animais. Recomenda-se também programar a aplicação
para os horários mais frescos do dia”, sinaliza.

A febre aftosa é causada por um vírus, altamente contagioso e que pode
trazer grandes prejuízos econômicos para os produtores, pois afeta o comércio
internacional. “A doença é transmitida pela saliva, aftas, leite, sêmen,
urina e fezes dos animais doentes, e também pela água, ar, objetos e ambientes
contaminados. Uma vez doente, o animal pode apresentar febre, aftas na boca,
lesões nas tetas e entre as unhas”, alerta.

Trânsito de animais

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da
Instrução Normativa n 48/2020, permite ao produtor rural a emissão da Guia
de Trânsito Animal (GTA) imediatamente após vacinar e declarar a imunização
de bovinos e bubalinos de seu rebanho.

O gerente de Defesa Sanitária Animal do IMA, Guilherme Costa Negro Dias,
esclarece as diretrizes gerais para a vigilância da febre aftosa sob a
execução do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (PNEFA).
“É importante ressaltar que não existe mais prazo de carência para a
movimentação de animais após a vacinação contra febre aftosa. O que
determina a condição sanitária do estabelecimento rural é a adimplência nas
etapas de vacinação e atualização de cadastro de rebanhos”.

Além disso, durante a etapa de vacinação e até noventa dias após seu
término, os animais destinados diretamente ao abate ficam dispensados da
obrigatoriedade da vacinação contra febre aftosa.

Evite multas

O produtor que não vacinar os animais estará sujeito a multa de 25
Unidades Fiscais do Estado de Minas Gerais (Ufemgs) por animal, o equivalente a
R$ 98,6 por cabeça. A declaração de vacinação também é obrigatória e o
produtor que não o fizer até 10 de dezembro poderá receber multa de 5 Ufemgs,
o equivalente a R$ 19,72 por cabeça.

Notificações de suspeitas de doenças

As notificações são acompanhadas pela Coordenação de Informação e
Epidemiologia do IMA, que trabalha em conjunto com os programas sanitários
orientando os fiscais do campo.

Cidadãos, produtores rurais e médicos veterinários de Minas podem
notificar, de forma online, casos suspeitos de doenças e alta mortalidade em
bovinos, bubalinos, equinos, caprinos, ovinos, suínos e aves no Sistema
Brasileiro de Vigilância e Emergências Veterinárias (Sisbravet), uma
plataforma digital do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(Mapa), que engloba os órgãos de defesa agropecuária do país agilizando os
atendimentos e reduzindo os custos com perdas e tratamentos de animais para os
pecuaristas. Já na ponta da cadeia produtiva, favorece a qualidade dos produtos
aos consumidores estimulando acordos comerciais para o estado. Consulte aqui a
plataforma.
http://www.ima.mg.gov.br/defesa-animal/notificacoes-informacoes-epidemiologicas

Outra forma de informar suspeitas de doenças é pelo whatsapp do Notifica
IMA: (31) 8598.9611.

Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa

O Plano Estratégico do PNEFA tem como objetivo principal criar e manter
condições sustentáveis para garantir o status de país livre da febre aftosa,
ampliando zonas livres da doença sem vacinação e protegendo o patrimônio
pecuário nacional. Está alinhado com o Código Sanitário para os Animais
Terrestres, da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), e com as diretrizes
do Programa Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa (PHEFA), convergindo
com os esforços para a erradicação da doença na América do Sul.

Minas compõe o Bloco IV junto com Bahia, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso,
Goiás, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Sergipe, São Paulo, Tocantins e
Distrito Federal. Esses estados buscam a retirada da vacinação contra a febre
aftosa em seus rebanhos. Minas é zona livre de febre aftosa com vacinação e
possui reconhecimento da Organização Mundial de Saúde (OIE), o que mantém
importante acordos internacionais.

Divulgação

O Governo de Minas, por meio da Seapa e sua vinculada IMA, realizará
ações pontuais e estratégicas para divulgar a campanha em todas as regiões
do estado. Dentre os destaques, spots publicitários para rádios e vídeos
informativos, além de posts nas redes sociais, cujos conteúdos informarão
prazos, esclarecimentos e instruções sobre a vacinação contra a febre
aftosa.

O compromisso dos pecuaristas mineiros na vacinação do rebanho bovino e
bubalino, ao longo dos anos, têm contribuído para a corrida da conquista do
novo status sanitário, que significa a futura retirada da vacinação contra a
febre aftosa. Com informações da assessoria de imprensa do Instituto Mineiro
de Agropecuária (IMA).

Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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Cotação semanal

Dados referentes a semana 26/11/2021

Suíno Independente kg vivo

R$ 6,84

Farelo de soja à vista tonelada

R$ 2.116,17

Casquinha de soja à vista tonelada

R$ 1.182,50

Milho Saca

R$ 85,50
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AURORA* base suíno gordo

R$ 5,70

AURORA* base suíno leitão

R$ 5,80

Cooperativa Languiru

R$ 5,70

Cooperativa Majestade*

R$ 5,70

Dália Alimentos

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Alibem - base creche e term.

R$ 4,70

Alibem - base suíno leitão

R$ 5,70

BRF

R$ 5,60

Estrela Alimentos - creche e term.

R$ 4,80

Estrela Alimentos - base leitão

R$ 5,75

JBS

R$ 5,60

Pamplona* base term.

R$ 5,70

Pamplona* base suíno leitão

R$ 5,80
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