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ENERGIA: Custo no campo sobe 50% em SC e preocupa Faesc

20 de janeiro de 2016
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Porto Alegre, 20 de janeiro de 2016 – A Federação da Agricultura e
Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) está preocupada com a inflação
de custos na produção agropecuária catarinense. Um dos insumos essenciais, a
energia elétrica aumentou 50% em apenas um ano.

Necessária em todas as cadeias produtivas, a energia elétrica é
particularmente importante na cadeia do leite, nas etapas do campo e da
indústria. Nos estabelecimentos rurais é necessária para a ordenha mecânica
dos animais, preparo da alimentação do rebanho por meio das “picadeiras” e
resfriamento do leite, entre outras atividades.

Em razão de sua importância operacional, inclusive a iluminação dos
ambientes, a variação de tarifa merece atenção nos custos de consumo, o
valor médio nacional no ano passado foi de R$ 0,3317/kWh. Isso representa alta
de 50% se comparado ao mesmo período de 2014.

O presidente da Faesc, José Zeferino Pedrozo, cita dados do Centro de
Estudos Avançados em Economia Aplicada da ESALQ/USP para realçar que o gasto
com o grupo energia elétrica e combustível representou 3,2% dos custos
operacionais efetivos (COE) no mês de setembro, considerando-se a média
ponderada dos estados de GO, MG, PR, RS, SC, SP e BA.

Em 2014, a média nacional do preço da energia elétrica da classe de
consumo Rural (considerando-se os dados da ANEEL das regiões Sul, Sudeste,
Centro-Oeste, Nordeste e Norte) também dobrou no correr do ano, fechando na
média de R$ 0,1928/kWh. A região Sul do País apontou a maior alta do ano, de
41,36%, e a região Norte a menor elevação, de 20,78%.

A estiagem que atingiu grande parte do Brasil, desde meados de 2014,
reduziu consideravelmente a oferta de energia elétrica, uma vez que o País
depende da gestão dos estoques de água nos seus reservatórios para atender a
demanda interna. Com isso, foram acionadas as usinas termoelétricas, que
levaram ao reajuste nas tarifas.

Pedrozo acrescenta que o encarecimento dos combustíveis, defensivos e
fertilizantes também afetou a competitividade da atividade agrícola e
pecuária. As informações partem da assessoria de imprensa da Faesc.

Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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