Porto Alegre, 14 de dezembro de 2015 – Após subir mais de 1%, o dólar
reduziu o ímpeto, mas segue em alta ante o real, testando a faixa de R$ 3,90. O
movimento é impulsionado pela busca por proteção, antes de decisões
importantes nesta semana, no Brasil e no exterior. Os negócios com juros
futuros acompanham a direção no mercado cambial.
Às 13h45, o dólar comercial era cotado a R$ 3,8950, em alta de 0,59%,
tendo oscilado entre R$ 3,9250 (+1,37%), na máxima, e R$ 3,8590 (-0,34%), na
mínima. Segundo o analista de câmbio da Correparti Corretora, Jefferson Luiz
Ragik, a moeda norte-americana ganhou força durante a manhã “como forma de
proteção diante de uma importante agenda de votações interna”.
Entre os eventos, estão a apreciação no Tribunal Superior Eleitoral
(TSE) sobre a impugnação da chapa da presidente Dilma Rousseff nas eleições
de 2014 e a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o rito do processo
de impeachment contra o mandato dela. Já nos Estado Unidos, há a expectativa
pela primeira alta dos juros desde 2006.
No mercado de juros futuros, o operador de renda fixa comenta que também
faz preço na curva a termo a baixa adesão popular às manifestações
convocadas ontem por movimentos anti-Dilma. “Esse é mais um elemento sob
avaliação”, diz. Ainda no horário acima, o DI para janeiro de 2017 tinha
taxa de 16,06%, de 15,99% no ajuste de sexta-feira. As informações partem da
agência CMA.
Revisão: Tarcila Mendes (tarcila.freitas@safras.com.br) / Agência SAFRAS
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Cotação semanal
Dados referentes a semana 27/03/2026
Suíno Independente kg vivo
R$ 6,88Farelo de soja à vista tonelada
R$ 1.815,00Casquinha de soja à vista tonelada
R$ 1.000,00Milho Saca
R$ 63,83Preço base - Integração
Atualizado em: 26/03/2026 09:20