Porto Alegre, 11 de janeiro de 2016 – Artigo publicado pelo doutorando do
Programa de Pós-graduação em Zootecnia na Faculdade de Ciências Agrárias
da Unesp Jaboticabal (FCAV-Unesp), Abmael da Silva Cardoso, em parceria com
pesquisadores da Embrapa e do USDA, mostrou os impactos da intensificação da
produção de bovinos de corte e o uso da terra.
O estudo avaliou a emissão de gases de efeito estufa em 5 cenários
típicos de produção de bovinos de corte: extensivo com pastagens degradadas,
extensivo, intensivo com introdução de leguminosas, intensivo e intensivo com
terminação em confinamento. A pegada de carbono do sistema intensivo com
pastagens ou com terminação em confinamento é 49.5% menor do que no sistema
extensivo com pastagens degradadas. A introdução de leguminosas forrageiras
também reduz a pegada de carbono a uma taxa de 52%.
O principal resultado do estudo é que com a intensificação dos sistemas
de produção a área necessária para se produzir a mesma quantidade de carne
em um sistema intensivo comparado com o extensivo com pastagens degradas é 7
vezes menor. O Brasil possui aproximadamente 200 milhões de hectares de
pastagens e a intensificação poderia liberar áreas para reflorestamento,
produção florestal e agricultura resultando eu um enorme impacto sobre as
emissões de gases de efeito estufa pelo país. As informações partem da
assessoria de imprensa da Unesp.
Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS
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