Porto Alegre, 16 de dezembro de 2015 – A economia chinesa deve crescer 6,9%
este ano, segundo documento elaborado por pesquisadores do Banco do Povo da
China (Pboc, o banco central do país) e publicado hoje. As informações são
da agência de notícias “Dow Jones”. O crescimento previsto está abaixo da
meta de 7% estabelecida pelo governo chinês.
Segundo o relatório, em 2016 o crescimento pode desacelerar ainda mais,
para 6,8%, prejudicado pelo excesso de capacidade no setor industrial, pela
queda na demanda por bens chineses e pelo crescente número de empréstimos de
liquidação duvidosa nos bancos.
Para os pesquisadores, as medidas de estímulo oferecidas pelo governo
começarão a surtir efeito a partir do quarto trimestre deste ano e durante a
primeira metade de 2016. Eles também preveem que o investimento imobiliário,
que está fraco devido ao excesso de oferta no setor, deve se estabilizar no ano
que vem, embora a recuperação seja lenta.
A inflação deve ser de 1,5% em 2015, bem abaixo da meta de 3%, segundo as
projeções. As exportações devem cair 2,9% e as importações terão
contração de 14,8%. Os investimentos em ativos fixos devem crescer 10,3%,
desacelerando ante a alta de 15,7% do ano passado. Por fim, as vendas no varejo
devem crescer 10,8%, ante 12% em 2014. As informações partem da Agência CMA.
Revisão: Tarcila Mendes (tarcila.freitas@safras.com.br) / Agência SAFRAS
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