Porto Alegre, 16 de dezembro de 2015 – O rebaixamento da nota soberana
do Brasil pela agência de classificação de risco Fitch não provocou o efeito
esperado por analistas de mercado, que veem a decisão da agência como um
potencial fator de pressão sobre o governo de Dilma Rousseff, capaz de
colaborar com a saída dela do cargo.
“O rebaixamento pode significar também uma mudança no campo político.
E isso gera alguma melhora de mercado. Se por um lado rebaixamento significa
maior custo de captação, também significa maior movimento no sentido na
expectativa de mudanças”, avalia Luis Gustavo Pereira, analista da Guide
Investimentos.
Na visão de Ari Santos, gerente de mesa da H.Commcor, a decisão do
Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) sobre a política
monetária pode contribuir para que o índice volte a apresentar forte
retração. “Dependendo de como vai ser o aumento de juros nos Estados Unidos o
mercado pode piorar bem”, diz.
Por volta das 15h50 (de Brasília), o Ibovespa operava em alta de 0,11%,
aos 44.919pontos. No mercado futuro, o contrato do índice com vencimento hoje
retraía 0,14%, aos 44.815 pontos, enquanto o contrato com vencimento em
fevereiro subia 0,19%, aos 45.695 pontos. As informações partem da Agência
CMA
Revisão: Carine Lopes (carine@safras.com.br) / Agência Safras
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Atualizado em: 26/03/2026 09:20