Porto Alegre, 9 de novembro de 2015 – Os estímulos fiscais e monetários
na China devem ajudar a acomodar os ajustes econômicos em curso, o que levará
a um crescimento mais sustentável e em ritmo menor que o atual. A análise é
do relatório de projeções econômicas da Organização para Cooperação e
Desenvolvimento Econômico (OCDE).
A entidade prevê que o Produto Interno Bruto (PIB) chinês cresça 6,8%
este ano, 6,5% em 2016 e 6,2% em 2017. O relatório anterior, de setembro,
previa crescimento de 6,7% em 2015 e de 6,5% em 2016. Segundo a OCDE, os
estímulos de infraestrutura anunciados ajudarão a impulsionar o investimento,
mas o ajuste nas indústrias pesadas continuará e esses estímulos não se
sustentam no longo prazo.
O investimento imobiliário já está em seus níveis mais baixos e deve
retomar o crescimento, mas diminuir os estoques de habitação ainda vai levar
algum tempo. O consumo deve permanecer robusto. Do lado da inflação, os
preços de alimentos e serviços estão subindo, mas a ausência de pressões de
alta nos preços em outras áreas deve manter a inflação baixa.
Do lado fiscal, a OCDE recomenda que os gastos sejam direcionados a áreas
que promovam crescimento inclusivo e de longo prazo, por exemplo, a ampliação
da rede de proteção social, a capacitação profissional e a garantia de
acesso aos serviços públicos. O sistema de pensões também precisa ser
reformado. As informações partem da agência CMA.
Revisão: Tarcila Mendes (tarcila.freitas@safras.com.br) / Agência SAFRAS
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